Moradores fazem abaixo-assinado para cobrar ações na Rua Princesa Isabel

26/01/2021
Dulcilete e Waldenir relatam problemas da via

Dulcilete e Waldenir relatam problemas da via

Há anos, moradores da Princesa Isabel reivindicam melhorias na rua, que é de chão batido, com curvas acentuadas e subidas íngremes. Acidentes frequentes comprovam as más condições da via, mesmo com a manutenção realizada pela prefeitura. 

Indignados com o descaso das gestões anteriores, moradores estão promovendo um abaixo-assinado na tentativa de que o poder público tome uma providência definitiva em relação à rua. A sugestão dos munícipes é que ela seja calçada ou asfaltada. “Estou aqui há mais de 20 anos e desde lá cobramos providências da prefeitura, e nada. Sempre diziam ‘ah, tem que ver’, ‘não tem verba’, mas para o Centro tem verba”, lamenta Dulcilete dos Santos, que está coordenando o recolhimento das assinaturas. “A nossa rua precisa ser vista pelo poder público; é uma estrada muito utilizada não só pelos moradores, mas também por empresas”, diz ela, ressaltando que a administração será cobrada fortemente até que atenda as demandas. “Desta vez não tem como ficar só na promessa; vai ter que ser feito algo”, completa.

Morador da rua há 18 anos, Waldenir Lehmann relata que não pode deixar a parte da frente da casa aberta em razão da poeira. Também reforça os riscos para quem transita na estrada, contando que ele mesmo já se acidentou no local. “Tem carro e moto derrapando praticamente todos os dias”, diz ele, lamentando o descaso com a Princesa Isabel. “Estão asfaltando ruas que já estão calçadas, enquanto nós estamos aqui, esquecidos”, destaca ele, que no último dia 12 de dezembro também fez um protocolo na prefeitura, solicitando o alargamento das curvas.

Segundo Dulcilete, eles passarão de casa em casa recolhendo assinaturas, que serão entregues ao prefeito Jerri Meneghetti no dia 18 de fevereiro, durante reunião agendada agora este mês.

 

Falta de água e luz

Além dos problemas relacionados à estrada, os moradores também relatam a constante falta de água e luz. Segundo eles, todos os dias, na parte da tarde, o caminhão-pipa da prefeitura precisa abastecer a região. “A falta de luz também é frequente. Dá um vento, já ficamos sem luz”, diz Waldenir, relatando a queima de equipamentos em razão do desabastecimento constante. 


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