Os países que mais matam ativistas ambientais (o Brasil está entre eles)

31/07/2019
Fonte: Exame

Fonte: Exame

Pelo menos 164 ativistas ambientais foram mortos no ano passado por defender suas casas, terras e recursos naturais contra projetos de mineração, florestais ou agroindustriais, mostrou o balanço anual da ONG Global Witness. Segundo o relatório publicado nesta semana, outros “incontáveis” ativistas foram silenciados em todo o mundo por meio de violência, intimidação e uso ou modificação de leis anti-manifestação.
O país mais perigoso para esses ativistas e líderes indígenas que defendem suas terras foi as Filipinas, com 30 assassinatos, segundo a organização, substituindo o Brasil no topo da lista. A ONG nota uma queda no número de mortes no país, que registrou 57 homicídios em 2017 e 20 em 2018. Em segundo aparece a Colômbia, com 24 mortes em 2018, e a Índia está em terceiro, com 23. O Brasil é quatro com 20 ocorrências. Por outro lado, a Guatemala, com 16 assassinatos confirmados, é o país com mais mortes em relação ao número de habitantes. 
- É um fenômeno visto em todas as partes do mundo. Os defensores do meio ambiente e da terra, dos quais um número significativo são representantes dos povos indígenas, são considerados terroristas, criminosos ou delinquentes por defenderem seus direitos. Esta violência supõe uma crise para os direitos humanos, mas também uma ameaça para todos aqueles que dependem de um clima estável – denuncia no informe Vicky Tauli-Corpuz, relatora especial sobre os direitos dos povos indígenas da ONU.


Veja abaixo a lista dos países mais perigosos para ativistas ambientais:
Filipinas – 30 mortos
Colômbia – 24 mortos
Índia – 23 mortos
Brasil – 20 mortos
Guatemala – 16 mortos
México – 14 mortos
República Democrática do Congo – 8 mortos
Irã – 6 mortos
Honduras – 4 mortos
Ucrânia – 3 mortos


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