Rio Grande do Sul se destaca no desenvolvimento de games

09/02/2022
Fonte: Feevale

Fonte: Feevale

O mercado de jogos é um dos segmentos da área de tecnologia que mais cresce no Estado. O setor, em franca aceleração desde a última década, vive seu momento de consolidação na economia.

 Dados da Associação de Desenvolvedores de Jogos Digitais do Rio Grande do Sul (ADJDRS) mostram que, nos últimos dois anos, o faturamento superou os R$ 140 milhões. Em 2021, o crescimento foi de 19%, determinante para que os empregos na área crescessem 51%. Com uma entidade de classe constituída e apoio do governo estadual, por meio do programa GameRS, o Rio Grande do Sul atrai cada vez mais investidores nacionais e estrangeiros. Atualmente, são 17 países que consumem ou desenvolvem parcerias com empresas gaúchas do ramo. 

 No ano passado, foram criados 276 games no Estado. Entre eles, está o Reverie Knights Tactics, que foi lançado oficialmente há 15 dias. Produzido pela empresa 40 Giants Entertainment, de Porto Alegre, da qual o coordenador do curso de Jogos Digitais da Universidade Feevale, Eduardo Müller, é fundador e diretor criativo, o game foi publicado internacionalmente pela 1C Entertainment e conta com coprodução da Hype Animation e da Jambô Editora, com músicas e sound design da YoHo Musik Arsenal.

 Disponível para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e PC, o jogo é um RPG tático de turnos com batalhas em cenários isométricos, onde cada decisão do jogador pode alterar a história. “Durante as partidas, os jogadores viajam a um mundo de fantasia ilustrado à mão, baseado no aclamado universo Tormenta, liderando os seus heróis por uma aventura épica, em estilo Visual Novel”, explica o professor.

 O processo de desenvolvimento do jogo teve o start com duas pessoas e terminou com 58, pelo tamanho da produção. Na equipe, oito são egressos da Feevale, como o programador Matheus Nunes, que revela que os trabalhos em sala de aula o prepararam para assumir a programação de projetos de grande porte. “O Reverie Knights Tactics foi o projeto de maior complexidade que ajudei a desenvolver. A Universidade foi muito importante neste processo, pois me possibilitou experiência”, pontua Nunes.

 Também atuaram no projeto os egressos Tiago Rech, Leonardo Tomazi de Souza, André Ilges, Marcel Budde, Ana Soboleski, Ian Fandhrs e Guilherme Brenner. “O projeto foi desenvolvido com muito carinho por toda a equipe. É um prazer trabalhar com um grupo de egressos talentosos, que agora estão se destacando no mercado de trabalho”, finaliza o coordenador do curso de Jogos Digitais.


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