Coordenadoria reforça importância do combate à violência contra a mulher

04/12/2020
Não se cale, denuncie a violência contra a mulher!

Não se cale, denuncie a violência contra a mulher!

A Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres, realizada anualmente entre os dias 25 de novembro e 10 de dezembro, neste ano não terá programação por conta da pandemia de Covid-19. A iniciativa luta pela erradicação de todas as formas de violência contra as mulheres, promovendo sensibilização sobre a violência baseada no gênero e convocando a todos a se comprometerem com a questão.

Segundo Ivete Rambo, responsável pela Coordenadoria da Mulher em Dois Irmãos, o município oferece uma rede de apoio às mulheres vítimas de violência. “Neste ano, devido à atual situação, não iremos promover nossa programação presencial para dialogar com a comunidade, mas preparamos um material de conscientização e locais de atendimento”, diz ela. 

 

Exemplos de formas de violência

– Física: tapas, empurrões, socos, mordidas.

– Moral: uso de palavras ofensivas, proibições de estudar, trabalhar, se expressar, proibição de uso de redes sociais.

– Psicológica: ameaça, constrangimento, humilhação, isolamento, vigilância, perseguição, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do direito de ir e vir.

– Sexual: intimidação para manter contato e/ou relação sexual, ameaça, coação ou uso da força, impedir de usar qualquer método contraceptivo.

– Patrimonial: roubo, recusa de pagar pensão alimentícia ou de não participar nos gastos do núcleo familiar, destruição de bens, retenção de salário.

 

Onde buscar ajuda em Dois Irmãos

– Coordenadoria da Mulher: (51) 3564- 8875

– CREAS: (51) 3564-8876

– Unidades Básicas de Saúde (nos bairros) e Urgência e Emergência 24h

– Brigada Militar: 190

– Delegacia de Polícia: (51) 3564-1190

– Defensoria Pública: (51) 3564-3250

– Central de Atendimento à Mulher: 180

 

Será que sou vítima de violência doméstica?

Se você se identificar com algum comportamento abaixo, pode estar sofrendo violência doméstica, principalmente se houver o intuito de controlar, exercer domínio e sensação de anulação sobre você:

– Ter medo do temperamento da pessoa e da forma como ela possa reagir.

– Sentir que está sob ameaça, ainda que implícita, o que inibe de se comportar como seria a sua forma comum de fazer.

– Inibir-se de estar com amigos, família ou outras pessoas, por medo da forma como a outra pessoa reagirá.

– Ser forçada a manter estilos de comportamentos que vão contra a sua maneira de ser, de forma a evitar conflitos com a outra pessoa.

– Sentir-se pressionada a justificar tudo o que faz porque a outra pessoa deseja ter controle constante sobre si.

– Pedir autorização para questões que sente que deveria ter independência de poder fazer, por medo generalizado da outra pessoa.

– Você é responsável por sua vida e ninguém deve interferir em suas decisões. Busque o amor em você mesmo! Não se cale, denuncie a violência contra a mulher!


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