Vereador pede ampliação do auxílio aluguel a pequenas empresas

28/07/2020
Pandemia tem feito estragos na economia local

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O vereador Sérgio Fink (PDT) apresentou na sessão desta segunda-feira (27) a Indicação 020/2020, solicitando que seja estendido o prazo de concessão do Programa Emergencial de Auxílio ao Comércio e Prestação de Serviços Formais, assim como seja estendido aos microempreendedores individuais (MEI) e microempresas de setores enquadrados como essenciais, mas que não foram contemplados pela Lei 8.426/2020.
Em sua manifestação, ele pediu que os vereadores da base governista intercedam junto à prefeita Tânia da Silva para ampliar o auxílio aluguel. “Além disso, existe essa questão de que algumas lojas e prestadores de serviço estão muito limitados no atendimento, e viram seu faturamento cair mais de 50%, mas a despesa continua igual. A lei que nós aprovamos não contempla empresa que está podendo trabalhar, mas que com as limitações não fatura nem para pagar o aluguel”, observou Sérgio, citando salões de beleza, restaurantes e atelieres. “Penso que a disponibilização de recursos para auxiliar essas pequenas empresas é muito pouco. Ivoti disponibilizou mais de R$ 2 milhões para manter empresas funcionando, e o governo federal distribuiu muitos recursos ao município, que precisa ampliar o auxílio e o prazo, até porque o projeto da empresa de transporte é de até seis meses”, acrescentou.


Parque industrial abandonado
Sérgio Fink também chamou atenção para a situação do parque industrial, localizado na lateral da BR-116. “Alguém já foi olhar o novo parque industrial? Está abandonado, virado em mato. Já poderíamos estar com isso instalado para atrair novas empresas e gerar novos empregos, mas literalmente está abandonado. Inclusive, senhor presidente, na semana que vem quero mostrar fotos aqui para as pessoas verem em que situação se encontra essa parte nova do distrito industrial”, disse ele, questionando os critérios de investimento da prefeitura. “Se gasta R$ 197 mil em banheiro, mas não se faz funcionar o distrito industrial. Se põe R$ 300 mil em aditivos, mas não se faz o distrito industrial. Tem que ter prioridade nos investimentos. Tem foto mostrando que o local virou depósito de lixo, com vaso sanitário atirado. Isso, para Dois Irmãos, é lamentável”, completou o vereador.
O presidente Joracir Filpin (PT) também lamentou a falta de ação da prefeita Tânia e do vice-prefeito Jerri Meneghetti. “Isso não é de agora porque tem a crise (da pandemia): passou oito anos desse governo e o parque industrial, que era para atrair empresas ao nosso município, está praticamente abandonado. Lamento que o poder público não tenha pensado em atrair empresas”, declarou.


Culpa dos órgãos estaduais e federais
Elony Nyland (MDB) saiu em defesa do governo, dizendo que apenas recentemente foram liberadas as matrículas da ampliação do parque industrial. “Quando não se depende do município, mas de órgãos estaduais e federais, é assim. Não adianta ficar limpando toda semana; tem outras limpezas para serem feitas na cidade”, disse ele. “Já existem empresas interessadas, então a coisa vai andar. Órgãos estaduais e federais complicam muito. Tomara que consigamos boas empresas para investir em Dois Irmãos”, concluiu Elony.


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