Ele tinha 50 anos
Na sexta-feira, 24 de outubro, o empresário Aldair Kirchoff, de 50 anos, conhecido entre nós pelo apelido de Geada, foi jogar futebol com os amigos num campinho aqui de Dois irmãos.
Quando a partida terminou, a turma se reuniu, fez um churrasco e, ao final, o Aldair pegou seu carro e foi em direção à casa, que fica ao lado do seu Restaurante Barbon, na BR-116.
Aldair tinha passado a rótula que existe acima do Grupo Herval e, na curva seguinte, por razões desconhecidas perdeu o controle do veículo, bateu e foi direto às árvores. A velocidade nem era grande, mas o corpo é frágil, e na batida o choque lhe causou enormes danos. Quebrou a clavícula. Quebrou todas as costelas de um lado do corpo. E, o pior de tudo, perfurou os dois pulmões e os rins.
Aldair foi socorrido e levado ao hospital de Canoas, onde foi prontamente atendido. Mas os danos eram grandes. E mesmo recebendo os cuidados necessários, seu sistema vital não reagia.
No último domingo, 9 de novembro, à noite, um médico da equipe informou a um irmão dele que só estava funcionando o coração do Aldair. “Do restante dos órgãos, nada mais está funcionando”, advertiu o médico. E lembrou que o óbito ocorreria a qualquer momento.
A morte veio na noite de segunda-feira, 10, “exatamente às 20h02”, informou com grande tristeza um amigo bem próximo a ele.
O Jornal Dois Irmãos, do qual Aldair era um grande amigo, publicou essa notícia triste ontem à noite, ainda, logo após o falecimento. E hoje pela manhã diversas pessoas se perguntavam onde e qual horário seria o velório.
O corpo, porém, ainda não havia sido liberado. O que acontece é que, pela lei brasileira, quando ocorre um acidente, o acidentado é levado ao hospital. E em caso de ocorrer o óbito devidamente atestado pelo médico do plantão, mesmo estando em um hospital o corpo não é imediatamente liberado. Ele precisa ser levado ao Instituto Médico Legal, para a autópsia, e só após esse procedimento legal é que o corpo é liberado.
Não é o caso do Aldair, que foi um acidente pessoal, mas esse procedimento de ir ao IML, só para que os leitores entendam, ocorre para o caso de serem necessárias provas em processos.
Em vista disso, o corpo do Aldair Kirchhoff até o fechamento desta edição, às 15 horas, ainda não havia sido liberado. Aguarda-se para esta noite e o velório será numa das capelas em Dois Irmãos.
O Jornal Dois Irmãos online avisará em suas redes sociais o local e horário correto assim que forem informados os dados. (Por Alan Caldas – Editor)