Ritmo de vacinação cai, mas 79% da população adulta do RS já recebeu a 1ª dose

22/10/2021
Fonte: g1 RS

Fonte: g1 RS

À frente da média nacional desde o começo da Campanha Nacional de Imunização contra a Covid-19, o Rio Grande do Sul estagnou na vacinação nos últimos dias. Porém, 79% da população com 18 anos ou mais já recebeu ao menos uma dose dos imunizantes até esta quinta-feira (21).

Nas últimas 24 horas, foram aplicadas pouco mais de 14,1 mil doses. Em torno de 8,47 milhões de pessoas receberam pelo menos uma dose, ou seja, 73,9% dos moradores do Estado — percentual estabilizado há três dias. Como, entretanto, é preciso ter duas semanas após a aplicação da segunda dose ou da vacina de dose única para ser considerado imunizado, 6,44 milhões estão com o esquema vacinal completo. Isto representa 56,2% da população total. Mais de 301 mil pessoas receberam a dose de reforço, o que corresponde a 2,6% do total de moradores.

O consórcio de veículos de imprensa utiliza dados atualizados do IBGE e considera imunização completa apenas com ambas as doses ou a vacina da Janssen. Logo, os dados podem diferir levemente dos levantamentos oficiais das secretarias de Saúde.

 

Vítimas

Além disso, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) confirmou mais 26 óbitos causados pelo coronavírus. A maioria aconteceu entre 4 e 20 de outubro, além de outros três represados de abril e setembro. O Rio Grande do Sul chega, assim, a 35.278 vítimas desde o começo da pandemia. A média móvel de mortes segue em alta mais uma vez, com uma variação de 18% a mais do que há duas semanas.

A SES também identificou 1.730 novos infectados. Com estes, o RS chega a 1.456.011 casos confirmados desde o começo da pandemia. Do total, 1.412.865 (97%) são considerados recuperados, 7.772 (0,6%) estão em acompanhamento, e a taxa de letalidade segue em 2,4%. A média móvel de casos se mantém em queda, com -38% em comparação com o registrado duas semanas atrás.

 

Hospitalizações

O número de pacientes em leitos de UTI também estabilizou com cerca de 1.923 em 3,3 mil vagas. A taxa de ocupação se manteve, portanto, em 58% da capacidade total. Entre eles, 29% são pessoas com diagnóstico positivo para o coronavírus ou suspeita de síndrome respiratória aguda grave. As demais estão hospitalizadas por outras doenças.

Pelotas, Cachoeira do Sul e Passo Fundo apresentam superlotação entre os leitos privados. Já Novo Hamburgo e Uruguaiana estão com ocupação acima do nível crítico no mesmo segmento. Contudo, não há falta de leitos em nenhuma das 21 regiões devido às vagas disponíveis pelo SUS.


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