Por Alan Caldas (Editor)
Acreditar em nave “alienígena” que saiu do fundão do Universo e chega aqui para nos “melhorar” é um “desejo” de muitos humanos.
Queremos o colo de pai e mãe . . .
Hê, hê, hê . . .
Depois que cresce e conhece as leis físicas que controlam este Universo e a biologia humana, fica difícil você não ver esse “desejo” apenas como uma manifestação da mente mágica que tinha na infância e que sobrevive em nós, agora que somos adultos.
Fico pensando e analisando:
Em algum lugar do Universo, uma civilização evoluiu tanto, mas tanto que conseguiu superar as barreiras físicas de uma longuíssima viagem espacial.
Para nós, isso é impossível.
Mas “lá fora”, alguém conseguiu.
Então, olhe a foto:
Alguém dessa civilização ultra avançada viaja milhares e milhares de anos-luz (que para nós é impossível) e chega até aqui na Terra.
Para chegar aqui, ela precisou:
– Dominar a energia infinita.
– Quebrar todas as leis da Inércia.
– Cancelar os estrondos sônicos.
– Viajar 10 mil anos luz, a 299 mil quilômetros por segundo.
Porém, alguém “lá fora” superou tudo isso que, para nós, humanos, é impossível, e chegou até aqui na Terra.
Aí chega e . . .
Tchan! Tchan! Tchan! Tchan!
Fica brincando de “se esconder”.
Não se mostra.
Não diz a que veio.
Só “observa”.
Não interage.
Aparece rapidamente e some.
Fica brincando de esconde-esconde. Faz joguinho. Aparece e desaparece.
“Oooi, tô aquiii!!!”
“Oooi, sumiii!!!”
Kkkk . . . é de rir sozinho. Coisa de criança.
Penso que muitos hoje adultos, lá na infância se sentiram abandonados pelos pais.
Hoje, adultos, se ressentem do pai e da mãe terem largado eles do colo.
Se sentem jogados neste mundo.
E aí precisam de um “salvador”.
Os pais eram o “salvador”. Mas já que os pais (traidooores!!!!) nos largaram, já que eles não nos carregam mais em seus braços e colo, então buscamos “lá no espaço” alguém para vir aqui “nos salvar”. Nos abraçar. Nos proteger.
Nos acalentar e instruir sobre como viver melhor e como ser feliz agora como éramos no colo dos pais.
Mas tem de ser alguém “maior” do que nós é claro.
Mais inteligente que nós.
Mais “evoluído” que nós.
Mais “forte” que nós.
Alguém que substitua o braço forte, seguro, carinhoso, inteligente e protetor do qual fomos ejetados aqui no mundo.
Alguém como eram nossos pais.
Pelas leis da física, da química e da estrutura biológica do nosso corpo, é impossível para um humano escapar desta bola de pedra flutuante e solta no espaço.
Nossa prisão é aqui.
Mas “alguém”, vindo lá de fora, ahhh, esse alguém “certamente” virá e nos libertará desse inferno.
E é aí que entram os alienígenas.